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sábado, 31 de dezembro de 2016

Dominick Cruz vs Cody Garbrandt Full Fight

Dominick Cruz vs Cody Garbrandt Full Fight
Dominick Cruz vs Cody Garbrandt

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domingo, 5 de junho de 2016

Dominick Cruz vs Urijah Faber 3 Full Fight

Dominick Cruz vs Urijah Faber Full Fight
Dominick Cruz vs Urijah Faber




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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Dominick Cruz vs Urijah Faber 3 Resumão+Promo+Preview+Combates

Dominick Cruz vs Urijah Faber 3 UFC 199
Dominick Cruz vs Urijah Faber 3

      UFC 199 foi marcado e já sabemos que Rockhold vs Weidman é a luta principal mas venho aqui falar da Co-luta principal Faber vs Cruz, ou não sim falar nesses dois parece ate briga de galo literalmente pois ambos são campeões do peso galo, entre os vários títulos os mais importantes pelo WEC Faber tem 5 defesas de titulo bem sucedidas enquanto Cruz e atualmente Campeão dos pesos galos do UFC e o mais incrível ele só tem uma derrota na sua carreira que e justamente para o seu arqui-rival Faber os dois travam rivalidade des do WEC apos a derrota do cruz por finalização em apenas 1 minuto e 38 segundos de luta Dominick Cruz vs Urijah Faber Full Fight Video WEC 26  e anos depois o Cruz teve a chance de vingar a sua derrota no evento UFC 132 no qual aconteceu no dia 2 de julho de 2011 e apos 5 rounds Dominick cruz venceu por decisão unanime Dominick Cruz vs Urijah Faber 2 Full Fight Video UFC 132

                             Dominick Cruz (O Dominator )

    Com vantagem por ser mais jovem e possuir maior envergadura tem mais chance de sair vitorioso no UFC 199 Cruz tem tem um estilo eficiente e bem sucedido com suas 22 Vitorias e apenas 1 derrota que foi justamente por Faber , Cruz que já foi campeão pelo WEC e agora mantem o titulo pelo UFC .
   Apesar de todo o seu jogo em pé ser praticamente implacável cruz aparenta ter um defeito o chão dominick cruz tem apenas 1 vitoria por finalização e já foi derrotado no chão com uma guilhotina por faber alem disso cruz e apenas faixa azul em jiu-jitsu  o que quer dizer que ele é um iniciante na maior arte no jogo de chão.

                           Urijah Faber (California Kid)

     Apesar de ser mais velho e possuir menor envergadura faber possui ótimas chances por ter um otimo jogo de chão com 19 vitorias por finalizações em sua carreira de 41 lutas alem de ser faixa marrom em jiu-jitsu o que e quase um faixa preta faber também tem 41 lutas de MMA oque é quase o dobro de lutas em comparação a cruz que tem 22 lutas no cartel.
    o jogo em pé do urijah e bom mais não se compara ao do cruz alem de que faber já esta velho e não tem mais o mesmo gás que tinha antes apesar das ultimas lutas talvez ele não dure 5 rounds com o Dominick Cruz

Urijah Faber vs Dominick Cruz 3
Faber vs Cruz

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Dominick Cruz vs TJ Dillashaw Full Fight

Dominick Cruz vs TJ Dillashaw Full Fight
Dominick Cruz vs TJ Dillashaw


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domingo, 17 de janeiro de 2016

Dominick Cruz Contra-Ataca "TJ Dillashaw copiou o meu estilo"

Lesões são parte recorrente do MMA. A notícia de um atleta machucado pode afetar um card ou mudar o rumo de toda uma divisão de peso, mas ninguém entende quanto uma lesão afeta uma carreira melhor do que Dominick Cruz.

Ex-campeão peso-galo do WEC e primeiro dono do cinturão da categoria no UFC, o norte-americano travou uma longa batalha contra uma série de lesões que o deixaram afastado do octógono durante anos. Agora, ele tenta retomar a coroa em luta contra TJ Dillashaw - atleta que, de acordo com muitos fãs e especialistas, tem o estilo de combate bastante similar ao do ex-campeão.

Leia também: A trajetória de Dominick Cruz | Dillashaw - De derrotado no TUF a campeão | Raphael Assunção assume torcida por Dillashaw

Em conversa com o UFC Brasil, Cruz admitiu que a comparação é válida, e não deixou de alfinetar o rival por "copiar" alguns de seus movimentos.

"Me sinto elogiado por ele ter tirado tantas coisas do meu estilo para virar campeão. Não lutamos exatamente do mesmo jeito, mas ele entendeu os fundamentos do movimento e combinações. Tirou algumas coisas do meu estilo, e adicionou isso ao arsenal dele quando me machuquei. Não há dúvidas de que ele pegou, mas ainda lutamos de um jeito diferente, e isso vai ficar claro na hora da luta", afirmou.

Desde que Cruz perdeu o posto de campeão linear, em 2014, a divisão passou por algumas mudanças. Além de o cinturão ter trocado de mãos duas vezes, indo de Renan Barão a TJ Dillashaw, o topo da categoria agora é composto por outros nomes. O norte-americano reconheceu o novo cenário, e até apontou a grande promessa brasileira, Thomas Almeida, como uma possível ameaça no nível mais alto até 61kg.

"Acho que ele tem as ferramentas para chegar ao topo, mas precisa ser mais testado contra outros estilos, e digo isso porque isso é importante para manter o cinturão. Ao longo da carreira, ele vai passar por todos os estilos. Temos muitos wrestlers de alto nível na categoria, e gostaria de ver como ele se sairia contra um deles", disse.

Confira a entrevista com Dominick Cruz. O UFC Boston acontece neste domingo (17), e terá transmissão ao vivo do Canal Combate a partir das 20h45 (horário de Brasília). Assine o Canal Combate e não perca!

Qual a sua opinião sobre o TJ Dillashaw como atleta?

Ele evoluiu muito desde os dias do TUF, está bem melhor. Está em boa forma. Ele mistura os chutes, o wrestling e boxe. Ele é um campeão. Ele é bom.

Muitas pessoas comparam os estilos de vocês na hora do combate, com a movimentação diferenciada e a velocidade. Como você se sente vendo essas comparações?

Inicialmente, me sinto elogiado por ele ter tirado tantas coisas do meu estilo para virar campeão. Não lutamos exatamente do mesmo jeito, mas ele entendeu os fundamentos do movimento e combinações. Tirou algumas coisas do meu estilo, e adicionou isso ao arsenal dele quando me machuquei. Não há dúvidas de que ele pegou, mas ainda lutamos de um jeito diferente, e isso vai ficar claro na hora da luta.

Quais as diferenças que você enxerga nas maneiras como vocês lutam?

Vou mostrar na hora, mas posso falar antes, sem problemas. A maior diferença é a reação e os estilos. Nossos tempos de reação são diferentes, e temos diferentes técnicos. São mentes diferentes por trás dos nossos treinamentos, então os estilos acabam sendo diferentes.

O que você espera do Dillashaw dentro do octógono? Muita agressividade, ou talvez um jogo mais travado?

Se eu me preocupar com o que ele vai fazer, não vou a lugar nenhum. Me preocupo comigo e com o que eu farei. Se você fica pensando no que a outra pessoa vai fazer, está se sabotando. Só vou tentar me ajustar

Você teve um histórico de lesões, e fez um grande retorno com um nocaute sobre Mizugaki em 2014. Agora faz um novo retorno, depois de se machucar de novo. Além de ser uma disputa pelo título, o que muda de um retorno para o outro?

Ele (TJ) é mais completo, mais atlético. O Mizugaki é um grande lutador, mas ele não é tão completo. Isso é uma diferença. Dessa vez serão cinco rounds, é uma enorme diferença e é preciso fazer um trabalho para se ajustar.

Em entrevistas recentes você disse que entrava nessa luta sem nada a perder, e até que o público acabou se esquecendo um pouco de você por conta do tempo afastado. Como é isso?



As pessoas não se lembravam quando eu estava fora antes. Agora eles se lembram. É diferente agora que estou competindo novamente. Você percebe o quanto esse esporte é simples. Você é relevante quando compete, e não é quando não compete. As pessoas se lembram, mas quando você para de lutar, ninguém se importa. Você pode ter 25 lutas na carreira, mas ninguém liga. Só se lembram de suas últimas lutas. É um choque de realidade, porque mostra como as pessoas não se importam muito, mas isso acaba te ajudando. As pessoas te julgam de qualquer maneira, todo mundo tem opiniões. Estou desafiando a mim mesmo. 

Como você avalia as mudanças que aconteceram na divisão desde a época em que você era o campeão?

Agora as coisas mudaram porque existe um cara que usa os mesmo fundamentos que eu usava para ser campeão. Como campeão, ajudei a categoria a evoluir, ajudei alguém a melhorar, e agora ele está fazendo isso pela divisão. Ela só vai evoluir mais. Mas, quanto aos rankings, é difícil avaliar. O Michael McDonald acabou de voltar. O Thomas Almeida está indo bem. Também tem o Raphael Assunção, que é sempre uma ameaça. O top 10 é muito bom, e acho que não era bem assim quando eu era campeão. Venci muitos caras que mudaram de divisão. Agora preciso me manter no topo contra esses caras novos.

E qual a sua opinião sobre o Thomas Almeida?

Não o conheço pessoalmente, mas ele parece legal. Como lutador, ele tem boas reações, bons instintos, timing, e bom kickboxing. Ele tem um jiu-jítsu bom para o estilo dele. É ofensivo a luta inteira, tem o instinto matador. Acho que ele tem as ferramentas para chegar ao topo, mas precisa ser mais testado contra outros estilos, e digo isso porque isso é importante para manter o cinturão. Ao longo da carreira, ele vai passar por todos os estilos. Temos muitos wrestlers de alto nível na categoria, e gostaria de ver como ele se sairia contra um deles.

Mas serei honesto, qualquer um no top 10 pode chegar a disputar o título. A questão é manter. E essa questão se responde pelos desafios que o lutador enfrentou para chegar até ali. Os estilos que alguém enfrentou definem se ele consegue manter o título.

Você já veio ao Brasil algumas vezes como lutador convidado em eventos do UFC. Quer deixar um recado para os fãs?

Ah, cara. Quando estive aí, só tive amor. Foi demais. Mesmo quando estava me preparando para enfrentar o Renan Barão, só recebi carinho. Fiquei surpreso. Muito obrigado pelo apoio. Sinto que vim de um começo humilde, e os brasileiros entendem e conseguem se identificar com isso. Muitas coisas acontecem no país, e vocês sempre se mantém humildes e com o pé no chão. Obrigado.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

UFC Todos os Campeões Trocados em Dois anos


Se você acompanha UFC há mais de três anos, certamente se lembra dos tempos em que só se falavam sobre superlutas na organização. Naquela época, os campeões eram outros e as categorias estavam perdendo um pouco da graça por conta do domínio absurdo de quatro lutadores.

Jon Jones, George St-Pierre, José Aldo e Anderson Silva eram como imbatíveis. Bones, como é conhecido, se tornou o mais jovem campeão do UFC em 2011 e não largou mais o cinturão. Foram oito defesas bem-sucedidas, até ser afastado por problemas fora do octógono. GSP começou seu reinado em 2007, que durou seis anos, até se afastar em 2013. E os brasileiros não ficaram para trás. Aldo era o único campeão dos penas da história da organização antes de ser derrotado por Conor McGregor, e Spider dispensa comentários: campeão desde 2006, é considerado um dos melhores lutadores da história do MMA.

Com esse cenário, os fãs do esporte já estavam perdendo um pouco da vontade de acompanhar o esporte. Afinal, qualquer adversário escolhido para enfrentar um desses quatro saíra derrotado do octógono. E assim acontecia.

Foi aí, então, que começaram a surgir especulações sobre as famosas superlutas, tratadas como uma forma de "salvar" o UFC. Não que a organização estivesse falindo, longe disso, mas seria uma forma de gerar uma nova expectativa do público, conseguir promover grande eventos e, com isso, lucrar muito mais dinheiro.

Anderson Silva era sempre o mais lembrado, sendo especulado para combates contra George St-Pierre, de uma categoria de peso abaixo, ou Jon Jones, uma acima. Dana White, chefão do UFC, na coletiva de imprensa do UFC 159, chegou a afirmar Spider havia pedido um desses adversários para ele, mas que "ele não deveria estar pensando em uma supeluta agora". Bones demonstrava concordar com esses duelos e esperava dar o pontapé inicial após superar Anthony Johnson, citando até mesmo uma luta Fabrício Werdum, então campeão interino dos pesados.

Já José Aldo era sempre colocado na rota de Anthony Pettis, que apesar de não ter feito muitas defesas de cinturão como os outros citados, havia varrido toda a divisão dos leves, uma mais pesada que do ex-campeão brasileiro.

Apesar de todo apelo midiático e qualidade de entretenimento que se esperava sobre esse tipo de luta, como todos sabem, nenhuma chegou a sair do papel.

Dana White e a organização do UFC sabiam do cuidado que seria necessário para promover uma atração como essas. Uma das maiores dificuldades era em relação ao peso dos atletas, já que o mais leve não queria subir e o mais pesado afirmava que não conseguia descer. Qualquer errinho de calculo poderia beneficiar um dos lados e o resultado final "queimar" um grande campeão da casa.

Hoje, no entanto, o UFC vive um outro momento. Com uma reviravolta e a troca de quase todos os campeões em menos de dois anos, não há mais por que se falar em superlutas. A palavra do momento é "revanche". Com as derrotas dos supercampeões - Aldo, Ronda Rousey, Cain Velasquez e Anderson Silva - e ausência de outros dois - Jones e GSP -, não faz mais sentido pensar neste tipo de luta. Já os reencontros são vistos com ótimos olhos e são eles que deverão fazer a organização "bombar" em 2016.